Vitória e Palmeiras se pronunciam após denúncia do STJD

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Vitória e Palmeiras reagiram neste sábado à denúncia do STJD envolvendo o meia Maurício, decorrente da partida entre as equipes pela 21ª rodada do Brasileirão, no Barradão. A acusação também envolve os zagueiros Cacá e Luan Cândido e o presidente Fábio Mota.

O Esporte Clube Vitória parabenizou o STJD pela ação, destacando que houve agressão contra o zagueiro Cacá e apontando o grave equívoco da arbitragem ao não expulsar o atleta, somado à omissão do VAR em recomendar a revisão. O clube ressaltou que a decisão do árbitro de campo, Alex Gomes Stefano, e a ausência de orientação do árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, ferem critérios técnicos e prejudicam a credibilidade da arbitragem brasileira.

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O Vitória afirmou que a postura da arbitragem gerou indignação entre torcedores e profissionais que prezam pela integridade da competição. O clube informou que acompanhará o julgamento para defender seus interesses e cobrar responsabilização dos responsáveis pela falha, esperando que as denúncias contra atletas, ao presidente da instituição e ao próprio clube sejam consideradas improcedentes após a manifestação do STJD.

Por outro lado, o Palmeiras reagiu com “absoluta perplexidade” à denúncia, afirmando que árbitro de campo e VAR analisaram a situação e concluíram que o cartão amarelo seria suficiente. Em publicação nas redes sociais, o clube sustenta que a denúncia é incompreensível porque a falta em questão dividiu especialistas, ex-atletas e jornalistas, além de questionar a aplicação de critérios consistentes a casos semelhantes.

“Não existe justiça quando infrações iguais recebem tratamentos distintos. A atuação da Procuradoria passa a impressão de que determinados episódios merecem atenção extraordinária enquanto outros podem ser ignorados”, enfatizou o Palmeiras, ao também lembrar de críticas anteriores ao STJD. O clube ressalta que a desproporcionalidade nas punições, citando Abel Ferreira e jogadores como Allan e Paulinho, contribui para a percepção de desequilíbrio nas decisões envolvendo o seu elenco.

Essa disputa faz parte de um debate maior sobre consistência disciplinar no futebol brasileiro, com o Palmeiras destacando que não é a primeira vez que precisa questionar o STJD. Os clubes aguardam os próximos passos no desdobramento do caso, enquanto defendem seus argumentos com base no que consideram critérios justos para a arbitragem e para as punições.

Como você enxerga a condução deste caso? Deixe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre arbitragem, disciplina e crédito à integridade do futebol brasileiro.

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