O Ibovespa Futuro apresenta uma tendência de alta nesta quinta-feira (3), ampliando os ganhos significativos do dia anterior. As atenções estão voltadas para uma nova pesquisa Datafolha, que aborda o cenário eleitoral, enquanto os investidores no exterior aguardam com cautela os próximos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Às 9h05 (horário de Brasília), o índice operava em alta de 0,96%, atingindo 189.700 pontos.
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O levantamento será divulgado após a pesquisa Quaest, publicada na véspera pelo jornal O Globo, que indicou uma diminuição na vantagem numérica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um potencial segundo turno das eleições presidenciais de outubro.
No cenário internacional, a atenção se volta para o relatório de empregos fora do setor agrícola nos EUA, que será publicado na sexta-feira. Espera-se a criação de 56.000 postos de trabalho após a perda inesperada de 23.000 em julho, com a taxa de desemprego prevista em 4,1%.

Atualmente, os mercados financeiros indicam cerca de 60% de probabilidade de um aumento nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed) neste mês, em comparação com menos de 40% há uma semana.
Na Bolsa americana, o Dow Jones Futuro avançava 0,21%, enquanto o S&P Futuro registrava uma leve elevação de 0,04%, e o Nasdaq Futuro apresentava uma queda de 0,15%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro, por sua vez, operava em baixa de 0,38%, cotado a R$ 5,108.
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Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com resultados mistos. O índice Nikkei 225, do Japão, caiu 0,17%, encerrando o pregão em 64.214,48 pontos, enquanto o Topix subiu 0,5%, alcançando 4.102,04 pontos.
Os preços do petróleo apresentaram queda, interrompendo uma série de três dias de altas, após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre possíveis ataques ao Irã, que seriam de curta duração, reiterando também que os EUA controlam o Estreito de Ormuz.
Por fim, as cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, impulsionadas pelo aumento da atividade dos altos-fornos, enquanto a pressão sobre o carvão metalúrgico diminui.
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(Com Reuters)