Transferência de riquezas: Brasil vivenciará mudança de US$ 9 trilhões nas próximas décadas. Estudo da McKinsey revela que o país se prepara para uma das maiores movimentações patrimoniais do mundo, exigindo maior atenção no planejamento sucessório e a inclusão de seguros de vida como ferramenta estratégica.
O Brasil está diante de uma das mais significativas transferências de riqueza do mundo nas próximas décadas, com cerca de US$ 9 trilhões previstos para serem transferidos entre gerações, conforme apontado por dados da McKinsey. Esse fenômeno acentua a complexidade das estruturas patrimoniais, ressaltando a importância de que assessores financeiros abordem temas como liquidez financeira, preservação de ativos e continuidade de legados nas interações com seus clientes.
Transformar patrimônio em herança envolve, além da distribuição de bens como imóveis e investimentos, o desafio de administrar as finanças durante a sucessão. Muitos recursos ficam indisponíveis até que o inventário seja finalizado, complicando o pagamento de despesas do dia a dia, como saúde, escola e impostos. Nesse contexto, o seguro de vida emerge como um instrumento vital, já que, por não ser parte do inventário, oferece liquidez imediata aos beneficiários, ajudando a mitigar a vulnerabilidade financeira da família em momentos delicados.
“Um planejamento financeiro completo deve englobar tanto a formação quanto a rentabilidade do patrimônio, além de como protegê-lo e transferi-lo. O seguro de vida se revela crucial nessa estratégia, pois transforma proteção em liquidez, facilitando o acesso a recursos sem o atraso do inventário”, destaca Guilherme Hinrichsen, Vice-Presidente Comercial da Icatu Seguros.
“Essa liquidez é vital para cobrir despesas durante a sucessão, ajudando a preservar ativos e evitando decisões precipitadas, como a venda de bens em momentos desfavoráveis”, complementa.
Proteção para diferentes patrimônios
O planejamento sucessório não se limita a grandes fortunas; até mesmo uma casa ou uma pequena empresa familiar pode exigir organização para transferência eficaz aos herdeiros. Os custos envolvidos não se restringem ao pagamento de impostos, mas incluem honorários advocatícios e outras obrigações financeiras que persistem. Quando não há recursos disponíveis, os herdeiros podem ser forçados a resgatar investimentos ou vender bens em condições desfavoráveis.
Além de assegurar liquidez no processo sucessório, o seguro de vida pode equilibrar a divisão patrimonial entre os herdeiros e garantir a continuidade das empresas familiares. Em resposta a essa diversidade de necessidades, a Icatu tem expandido seu portfólio de seguros de vida, oferecendo capitais segurados que vão de R$ 50 mil a R$ 150 milhões, atendendo tanto aqueles que buscam segurança financeira básica quanto famílias com patrimônios robustos.
Levando em consideração o aumento da longevidade dos brasileiros, a Icatu ampliou a idade máxima de contratação para 80 anos e alterou condições para coberturas. No caso de doenças graves, a contratação pode ser feita até os 75 anos, mantendo a proteção até os 80 anos.
A companhia também está tornando o acesso ao seguro de vida mais viável, com produtos que não permitem resgate e alternativas de pagamento únicos, proporcionando flexibilidade ao portfólio.
Essas inovações refletem a estratégia da Icatu de desenvolver produtos que atendem a realidades diversas e necessidades variadas, desde a proteção financeira básica até o planejamento patrimonial de estruturas mais complexas.
“O seguro não substitui outros instrumentos sucessórios, mas complementa essa estrutura ao atender uma necessidade frequentemente negligenciada: a disponibilidade de recursos no momento mais crítico. Isso se aplica tanto para cobrir despesas de funerais quanto para famílias com estruturas patrimoniais complexas”, aponta Hinrichsen.
Papel do assessor nessa jornada
Em um panorama em que a transferências patrimoniais se tornam cada vez mais frequentes, os escritórios de investimentos podem se expandir, aprimorando sua atuação. Conhecer a composição do patrimônio e as necessidades de proteção do cliente permite que os assessores identifiquem riscos que muitas vezes passam despercebidos em análises focadas em retorno e diversificação.
Esse foco é especialmente importante para empresários, uma vez que a maioria das empresas ativas no Brasil são familiares, mas apenas uma pequena porcentagem conta com planejamentos sucessórios estruturados. Essa lacuna pode comprometer o patrimônio da família e a continuidade dos negócios, além de impactar a preservação de empregos e legados.
Dessa forma, o assessor precisa assumir um papel fundamental na jornada financeira do cliente, introduzindo a proteção nas discussões. As questões financeiras evoluem para englobar não apenas o crescimento do patrimônio, mas também a proteção e a realização das finalidades desejadas para o futuro.
Atuando há mais de 30 anos na proteção de pessoas e patrimônios, a Icatu Seguros se posiciona como a maior seguradora independente do Brasil. Informações adicionais sobre suas soluções podem ser acessadas no site oficial.