Crise climática impõe novos desafios ao setor de seguros.

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Resumo curto: o World Climate Summit, realizado em São Paulo, reuniu especialistas para debater como o setor segurador pode ampliar a resiliência do Brasil diante da crise climática, com foco em El Niño, proteção financeira e infraestrutura mais robusta.

No primeiro painel, intitulado “El Niño, riscos climáticos e proteção financeira: fortalecendo a cultura da proteção e mitigando perdas”, especialistas destacaram os impactos crescentes de eventos climáticos no Brasil e no mundo. Thelma Krug, presidente do Comitê Diretor do Sistema Global de Observação do Clima (GCOS), ressaltou a importância da preparação municipal com políticas de prevenção e mitigação.

“As cidades têm que se preparar e elas sabem o que precisam se preparar… Soluções existem, e a gente precisa planejar e se adaptar com o que a gente precisa”, destacou Krug. Do mesmo modo, Antônio Costa e Silva, da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Ministério das Cidades, lembrou que o impacto dos desastres é agravado pela desigualdade social, tornando a proteção financeira ainda mais crucial.

Na sequência, um destaque da reunião foi a fotografia de setores públicos ao discutir o tema da vulnerabilidade — lembrando que desastres não são apenas fenômenos naturais, mas eventos que se tornam catastróficos diante de estruturas sociais frágeis. (Foto: Cássio Moreira/Ag. A TARDE)

O segundo painel, com o tema “Infraestrutura resiliente”, trouxe Luciene Machado, superintendente de Estruturação do BNDES, que pediu maior sensibilização dos municípios na elaboração de projetos de infraestrutura levando em conta as mudanças climáticas. Segundo ela, deve haver mapeamento dos impactos e a incorporação desses resultados na modelagem orçamentária, para orientar decisões que ultrapassem o curto prazo.

Machado destacou que a relação entre gestão municipal, Estado e orçamento precisa de um modelo mais alinhado com o cenário climática atual. “Nós pensamos que eles precisam de sensibilização para que a gente possa conduzir esse modelo mais adequado ao cenário que a gente está estudando”, afirmou.

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Meta descrição: Cobertura do World Climate Summit em São Paulo, destacando como o setor segurador pode ampliar a resiliência do Brasil frente à crise climática, com foco em El Niño, proteção financeira e infraestrutura resiliente; relatos de Thelma Krug, Antônio Costa e Silva e Luciene Machado.

Este encontro ressalta a ligação entre riscos climáticos, proteção financeira e infraestrutura, mostrando que adaptar políticas públicas e planos de orçamento é essencial para reduzir perdas e promover maior resiliência no Brasil. O debate também evidenciou que ações efetivas dependem de cooperação entre governo, setor privado e comunidades locais.

Fique atento às próximas discussões sobre como o Brasil pode fortalecer a proteção de moradores, reduzir desigualdades e apoiar cidades a enfrentar mudanças no clima com soluções práticas e planejadas. O que você acha que deve ser prioridade para ampliar a resiliência do seguro e da infraestrutura no seu município? Comente abaixo e compartilhe sua visão.

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