
Flávio Bolsonaro afirma que EUA atuarão apenas em cooperação no combate ao narcotráfico
30/08/2026 21:54
, atualizado 30/08/2026 23:10
Luis Nova/Metrópoles @LuisGustavoNova

Em declaração feita neste domingo (30 de agosto), o candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), assegurou que, caso eleito, não permitirá intervenções militares dos Estados Unidos no Brasil. Ele destacou que a atuação americana se restringirá a acordos de cooperação no combate ao narcotráfico.
Flávio enfatizou que “quem tem que resolver nossos problemas somos nós”, afirmando que as forças armadas brasileiras vão auxiliar os estados contra o narcoterrorismo. Ele mencionou a necessidade de cooperação em áreas como inteligência e troca de informações para atacar o crime organizado.
O senador também se referiu a uma polêmica de 2025, onde comentou sobre ataques a embarcações ligadas ao narcotráfico na Venezuela, esclarecendo que não pediu bombardear nada, mas fez uma analogia sobre o problema das drogas no Rio de Janeiro.
Ele revelou que o primeiro ato em um possível governo seria declarar organizações como o Comando Vermelho e o PCC como grupos terroristas, além de integrar o Brasil na iniciativa “Escudo das Américas” para combater o narcotráfico.
Possível participação de Jair Bolsonaro
No mesmo contexto, Flávio mencionou que seu pai, Jair Bolsonaro, poderá ter um espaço em seu futuro governo, afirmando que ainda ouve seus conselhos.
Questionado sobre a possibilidade de Jair ser ministro, Flávio indicou que isso dependeria da vontade dele.