A coluna descobriu detalhes exclusivos do pacto entre o ex-BBB e a influenciadora, que ainda depende de homologação na Justiça
01/09/2026 11:08
, atualizado 01/09/2026 11:11
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01/09/2026 11:08
, atualizado 01/09/2026 11:11

A coluna Fábia Oliveira apurou que a disputa judicial entre o ex-BBB Pedro Espíndola e a influenciadora Rayne Luiza sobre a guarda da filha Aurora, de 5 meses, poderá estar próxima do fim com a formalização de um acordo.
Fontes revelaram que as partes teriam assinado o documento na segunda-feira (31/08). Por meio dele, Pedro declarou a paternidade e comprometeu-se a realizar o registro civil.
Além disso, o acordo previu a guarda compartilhada, sendo que a residência da menor será a da mãe.
As informações ainda indicam que os encontros entre Pedro e a bebê ocorrerão inicialmente de forma supervisionada, em razão de questões de saúde mental que ele enfrenta desde sua saída do BBB26. Essa condição poderá ser revista posteriormente.

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Ex-BBB Pedro conheceu a filha, Aurora
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Ex-BBB Pedro conheceu a filha, Aurora
Foto/Divulgação
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Ex-BBB Pedro conheceu a filha, Aurora
Foto/Divulgação
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Ex-BBB Pedro conheceu a filha, Aurora
Foto/Divulgação
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Ex-BBB Pedro Espíndola.
Reprodução/redes sociais.
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Rayne Luiza e Pedro Espíndola.
Reprodução/redes sociais.
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“Pai de internet”, dispara Ray Luiza após Pedro postar foto da filha, Aurora
Instagram/Reprodução
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Ex de Pedro, do BBB26, Rayne Luiza
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Instagram/Reprodução
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“A gente não imagina”, desabafa ex de Pedro, ex-BBB26, após separação e caso de assédio
Instagram/Reprodução
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Ex-BBB Pedro Espíndola.
Reprodução/Internet.
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Após conhecer Aurora, ex-BBB Pedro Espíndola se declara para a filha
Instagram/Reprodução
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Ex-BBB Pedro Henrique Espíndola
Reprodução/redes sociais.
Além disso, o acordo estipula o pagamento de uma pensão mensal de R$ 500 por parte de Pedro. Ele também se comprometeu a quitar os valores devidos referentes aos meses anteriores à assinatura do contrato.
Outros detalhes do pacto incluem disposições sobre mudanças de domicílio, guarda durante datas comemorativas, reajustes na verba alimentícia e as condições para viagens com a criança.
Apesar de já assinado, o acordo ainda precisa ser homologado pelo tribunal para se tornar oficialmente válido.