Ratinho é acusado de calúnia e vira alvo de nova ação na Justiça

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Fábia Oliveira

Após declaração supostamente caluniosa, deputado suplente prometeu mover ação contra o apresentador Ratinho, do SBT; entenda

Reprodução/redes sociais.
Ratinho é acusado de calúnia e vira alvo de nova ação na Justiça

O deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior, presidente da Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo, afirmou que vai entrar com uma nova ação contra o apresentador Ratinho, do SBT, por calúnia. No seu programa, o comunicador disse que ele estaria usando a entidade para “levar vantagem”.

Entenda

A declaração de Ratinho aconteceu nesta segunda-feira (10/8), quando o apresentador comentou a polêmica gerada nas redes sociais na semana passada. Na ocasião, o contratado do SBT disse que o cantor Thiago Piquilo estava “com uma cara de viado”.

Após o comentário, Agripino protocolou uma denúncia por homofobia ao Ministério Público de São Paulo. Ao rebater as acusações, Ratinho disse que estava apenas brincando e fez críticas ao presidente da associação:

“Eu sempre brinquei com quem vem aqui no programa, eu nunca, em nenhum momento, desrespeitei uma pessoa na vida. O senhor que está me processando está usando uma entidade para levar vantagem. O Brasil sabe que eu brinco, há 28 anos”, disse o apresentador.

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Metrópoles

Ratinho é criticado após dizer que cantor está com “cara de 'viado'”

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Ratinho é criticado após dizer que cantor está com “cara de ‘viado’”

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Ratinho é apresentador do SBT

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Ratinho é apresentador do SBT

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Ratinho foi acusado por Erika Hilton de ter feito declarações machistas e misóginas em seu programa no SBT

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Ratinho foi acusado por Erika Hilton de ter feito declarações machistas e misóginas em seu programa no SBT

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Fala caluniosa

Segundo Agripino, embora Ratinho não tenha citado seu nome, as declarações foram feitas em referência direta à denúncia apresentada por ele e, por isso, considerou a fala caluniosa. O deputado suplente disse que o famoso “atribuiu falsamente uma conduta criminosa ao insinuar que sua atuação e o uso da entidade teriam como objetivo a obtenção de vantagem financeira pessoal.”

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“A tentativa de transformar uma denúncia contra uma fala LGBTQIAPN+fóbica em uma suposta busca por vantagem financeira é extremamente grave. Eu não utilizo a luta da população LGBTQIAPN+ para obter benefício pessoal. Minha atuação sempre foi pública e voltada à defesa de direitos”, afirmou Agripino.

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