CBV proíbe participação de mulheres trans, e Tifanny é impedida de competir

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) decidiu vetar a participação de mulheres trans em competições, aderindo à política do Comitê Olímpico Internacional (COI). Essa mudança afetou diretamente Tifanny, jogadora do Osasco, que estava em risco de ser impedida de jogar. No entanto, a Federação Paulista de Vôlei anunciou que não aplicará essa nova regra em seu campeonato estadual, permitindo que Tifanny participe normalmente.
Rosamaria, oposta da Seleção Brasileira, manifestou apoio a Tifanny nas redes sociais, destacando a importância de uma inclusão real no esporte. Ela mencionou diálogos sobre a luta pelos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, enfatizando que as conquistas não devem ser acompanhadas de retrocessos. “É nossa obrigação como sociedade encontrar meios que garantam esses direitos e tornem o esporte um espaço inclusivo”, afirmou Rosamaria, defendendo a criação de um ambiente que respeite todos.
Após a polêmica, Rosamaria refletiu sobre a necessidade de garantir os direitos de todas as mulheres, cis e trans, em diversos contextos, incluindo o esportivo. “O que vai garantir que todos tenham seus direitos respeitados? Não podemos avançar em algumas áreas e retroceder em outras”, disse. Para ela, o debate precisa ser contínuo, e a evolução começa com a disposição de ouvir e aprender.
Ela concluiu que a inclusão deve ser um compromisso coletivo, em que todos busquem ser melhores, transformando a sociedade em um espaço mais justo e igualitário. O envolvimento nessa questão é essencial, e cada um deve se perguntar como pode contribuir para um mundo mais inclusivo.

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