Le Grand Jardin promove experiência para mostrar como natureza, segurança e convivência pesam na escolha de um lar
ECAP Engenharia | Conteúdo patrocinado
24/08/2026 15:26
, atualizado 24/08/2026 15:49
Há decisões imobiliárias que começam pela planta da casa. Quantos quartos? Qual a metragem? Há espaço para escritório? E há outras que começam por uma cena aparentemente mais simples: uma criança andando de bicicleta na rua, o canto de um pássaro entrando pela janela ou a possibilidade de terminar uma reunião de trabalho on-line e, em vez de encontrar buzinas e prédios pela frente, olhar para uma área verde.
Foi essa segunda ideia de moradia que ganhou forma na manhã do último sábado (22/8), durante o Le Grand Jardin Experience II, promovido no Jardim Botânico, em Brasília (DF), a 15 minutos da Ponte JK.
O evento promovido pela ECAP Engenharia marcou a entrega de mais uma etapa do empreendimento e reuniu futuros moradores e visitantes para conhecer o condomínio não apenas como produto imobiliário, mas como espaço de vida. Houve gastronomia, beach tennis, passeio de balão e visita às áreas comuns e casas já construídas.
Ao redor das casas
Em uma região cercada por vegetação, com árvores de grande porte, reserva permanente e presença de aves e pequenos animais, o condomínio procura vender algo cada vez mais valorizado no mercado residencial: a possibilidade de combinar a estrutura da cidade com uma rotina mais próxima da natureza.
É uma espécie de troca. Sai parte da verticalização e entra o quintal. Sai o elevador e entra a rua. Sai o ruído urbano e entra o verde, o espaço e uma relação diferente com os vizinhos.
Para Luís Henrique Scarraro Pandolfo, bancário de 42 anos, essa conta começou a fazer sentido justamente quando ele imaginou o que gostaria de enxergar todos os dias pela janela.
Ele e a esposa, Luiza da Cunha Tomika, bancária de 41 anos, vivem atualmente em um apartamento em Águas Claras. A mudança para uma casa sempre foi um desejo dela. Para ele, no entanto, sair de uma região consolidada e com serviços próximos exigiria um motivo forte.

O motivo apareceu quando Luís viu uma divulgação do Le Grand Jardin nas redes sociais.
“Eu sempre dizia para ela que só sairia do apartamento em Águas Claras, que é muito bem localizado, se fosse para um lugar que tivesse uma bela vista, em que eu pudesse trabalhar olhando para a natureza”, conta.
Eles foram conhecer o empreendimento e compraram um lote.
Segurança sem abrir mão do espaço
A busca de Luís e Luiza também ajuda a explicar por que condomínios horizontais atraem compradores que passaram anos em apartamentos.
Em um edifício, segurança e praticidade estão concentradas em poucos metros.
Portaria, garagem, câmeras e acesso controlado tornam-se partes de uma mesma estrutura.
Quando uma família decide migrar para uma casa, uma das questões é preservar essa sensação de proteção.
A ECAP afirma que o Le Grand Jardin possui portaria e controle de acesso 24 horas, monitoramento por câmeras e regras próprias de construção.
No caso de Luiza, isso foi determinante. Ela queria uma casa, mas não queria abrir mão da tranquilidade de viajar ou passar o dia fora sabendo que o imóvel permanece dentro de uma área monitorada.
Essa talvez seja uma das formas mais simples de compreender a proposta do empreendimento: não obrigar o morador a escolher entre espaço e segurança.
Um corredor verde dentro do condomínio
Caminhando pela área durante o evento, é possível entender por que a natureza aparece tantas vezes nas falas de quem vende e de quem decidiu comprar.
O presidente da ECAP, Rodrigo Nogueira, explica que parte significativa da vegetação está concentrada em áreas de preservação que permanecem integradas ao condomínio.
“Temos mais de 47 mil metros quadrados de reserva permanente. Existe um canal de irrigação que passa por aqui e, por isso, você vê uma vegetação muito pujante”.
Rodrigo Nogueira, presidente da ECAP
Segundo ele, a presença constante de água ajuda a explicar o porte de algumas árvores e a circulação de animais pelo local.
É importante fazer uma distinção: viver perto da natureza não significa transformar um condomínio em floresta intocada. Há ruas, casas, iluminação, instalações e circulação humana.

Atualmente, de acordo com a direção da empresa, seis dos sete setores planejados já estão concluídos, restando a finalização da última etapa de infraestrutura.
O empreendimento já possui áreas de lazer implantadas, quadras entregues e casas construídas, além de portaria, controle de acesso, monitoramento por câmeras, academia, espaço kids, quadras esportivas, playgrounds, salão de festas, churrasqueiras, redário e horta comunitária.
Além disso, com o trabalho híbrido e o home office fazendo parte da rotina de muitos profissionais, uma casa distante dos centros empresariais precisa oferecer condições tecnológicas para funcionar também como escritório.
Segundo a ECAP, a infraestrutura do empreendimento prevê fibra óptica até a entrada dos lotes.

![]()
1 de 8
Salão principal
Pedro Iff/Metrópoles
2 de 8
Salão principal
Pedro Iff/Metrópoles
3 de 8
Torneio de beach tennis
Pedro Iff/Metrópoles
4 de 8
Torneio de beach tennis
Pedro Iff/Metrópoles
5 de 8
Torneio de beach tennis
Pedro Iff/Metrópoles
6 de 8
Academia
Pedro Iff/Metrópoles
7 de 8
Academia
Pedro Iff/Metrópoles
8 de 8
Academia
Pedro Iff/Metrópoles
Durante décadas, boa parte das cidades brasileiras passou por um processo de verticalização e fechamento. Muros subiram, apartamentos cresceram para cima e a rua deixou de ser extensão da casa para muitas famílias.
Eu brinco que é aquele estilo de vida de casa que nossos pais e nossos avós tinham e que, infelizmente, por uma questão de segurança, foi mudando.
Rodrigo Nogueira, presidente da ECAP
A intenção, segundo ele, é proporcionar áreas onde crianças possam circular, andar de bicicleta e utilizar espaços esportivos com maior autonomia.

O Le Grand Jardin está instalado em uma área de aproximadamente 40 hectares e é dividido em sete condomínios. Os lotes possuem entre 405 e 750 metros quadrados.
Os lotes são regularizados e possuem escritura individual, segundo a ECAP.
Casas Le Jardin
Comprar um terreno costuma trazer junto uma segunda decisão. O que fazer depois?
Escolher arquiteto, aprovar projeto, contratar mão de obra, acompanhar cronograma, comprar materiais e lidar com dezenas de escolhas capazes de transformar a construção de uma casa em um segundo emprego.
Para quem gosta desse processo, a liberdade pode ser exatamente o atrativo.
Para quem não gosta, a ECAP criou dois caminhos para ajudar.
Há a possibilidade de adquirir o terreno e escolher um projeto de arquitetos parceiros.
Além disso, a incorporadora oferece as chamadas Casas Le Jardin, construídas pela própria empresa.
O modelo divulgado atualmente possui 161 metros quadrados, três suítes, área gourmet com churrasqueira e configuração térrea, com possibilidades de personalização.

![]()
1 de 29
Casa modelo
Pedro Iff/Metrópoles
2 de 29
Garagem
Pedro Iff/Metrópoles
3 de 29
Sala de estar
Pedro Iff/Metrópoles
4 de 29
Sala de estar
Pedro Iff/Metrópoles
5 de 29
Sala de estar
Pedro Iff/Metrópoles
6 de 29
Escritório
Pedro Iff/Metrópoles
7 de 29
Escritório
Pedro Iff/Metrópoles
8 de 29
Escritório
Pedro Iff/Metrópoles
9 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
10 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
11 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
12 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
13 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
14 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
15 de 29
Cozinha
Pedro Iff/Metrópoles
16 de 29
Quarto principal
Pedro Iff/Metrópoles
17 de 29
Quarto principal
Pedro Iff/Metrópoles
18 de 29
Suite
Pedro Iff/Metrópoles
19 de 29
Suite
Pedro Iff/Metrópoles
20 de 29
Quarto
Pedro Iff/Metrópoles
21 de 29
Lavanderia
Pedro Iff/Metrópoles
22 de 29
Corredor
Pedro Iff/Metrópoles
23 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
24 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
25 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
26 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
27 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
28 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
29 de 29
Quintal
Pedro Iff/Metrópoles
Le Grand Jardin
Site | Instagram




































