A K3 Investimentos anunciou a chegada de dois executivos com longa experiência no Itaú e no Banco Safra para conduzir a expansão no interior de São Paulo, com filiais previstas em Indaiatuba e Campinas. A empresa projeta elevar os ativos sob custódia de cerca de R$ 5 bilhões para aproximadamente R$ 8 bilhões, como parte de um plano estratégico de crescimento regional.
Viviane Corazin, com quase 20 anos de Itaú, e Marcelo de Paula, após 16 anos no Safra, ficarão responsáveis, respectivamente, pelas operações em Indaiatuba e Campinas. Ambos chegam acompanhado por equipes formadas por profissionais seniores do mercado financeiro, totalizando aproximadamente 15 novos colegas que se somam aos cerca de 60 colaboradores já existentes.
Para Márcio Marques, sócio fundador da K3, a migração de executivos de grandes bancos para escritórios independentes reflete uma transformação no mercado de assessoria. “É disruptivo: o teto do CLT pode ceder e abrir espaço para um patamar de crescimento que impacta positivamente a vida de mais pessoas.”
Com as novas chegadas, a área comercial da K3 sobe de 45 para cerca de 60 profissionais, e a expectativa é encerrar o ano com aproximadamente 80 dedicados à área. Além disso, o plano é elevar os ativos sob custódia entre R$ 15 bilhões e R$ 20 bilhões nos próximos três anos.
A estratégia da K3 também reforça o foco em empresas. A companhia trabalha um modelo de atendimento integrado para pessoas físicas e jurídicas, incluindo investimentos, crédito, câmbio, seguros, planejamento patrimonial e consultoria financeira. A K3 destaca-se como um dos escritórios credenciados pela XP a oferecer atendimento corporativo “360 graus”.
A expansão no interior ocorre dentro de um movimento maior de crescimento que acompanha a rede XP, com a K3 buscando atuar como consolidadora do mercado de assessoria e atrair profissionais experientes de instituições tradicionais. A empresa já figura entre os escritórios reconhecidos pela XP em rankings internos, como G20 e E20, refletindo o aprofundamento da atuação junto a empresas e grandes clientes. E você, o que pensa sobre a concentração de talentos financeiros em escritórios independentes? Compartilhe sua opinião nos comentários.