Plano de Tarcísio promete turbinar a tabela SUS paulista e o Instituto Butantan

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Plano de governo de Tarcísio promete saúde mais tecnológica, repasses aos municípios e expansão do Butantan

A ideia central do plano de governo de Tarcísio de Freitas para a saúde é avançar com tecnologia, ampliar repasses e fortalecer a relação com os municípios. A divulgação oficial do documento está prevista para até o próximo fim de semana, com foco em transformar propostas em obras concretas.

Na área financeira, a gestão já utiliza o Tabela SUS Paulista para financiar cirurgias e procedimentos, atualmente com foco em santas casas e hospitais filantrópicos. O pacote atual mostra a tentativa de ampliar esse modelo para as unidades municipais, sob o rótulo de “SUS Paulista Municípios”.

Segundo números citados pela campanha, o governo federal repassa cerca de R$ 443 por parto normal às Santas Casas, enquanto o Tabela SUS Paulista destina aproximadamente R$ 2,2 mil por parto, segundo informações da equipe de comunicação da campanha. Aliados veem a área da saúde como um dos pontos a fortalecer na gestão, apesar de críticas internas sobre o desempenho de alguns auxiliares.

Outra frente é a integração do Instituto Butantan com a antiga Fundação para o Remédio Popular (Furp). O objetivo é tornar São Paulo o maior polo de imunobiológicos, com investimentos de cerca de R$ 4 bilhões em novas fábricas e ampliação da produção nos próximos anos.

A telemedicina também aparece com força no plano: a meta é expandir a resolutividade para além da saúde básica, conectando consultas e exames de média e alta complexidade e criando um histórico clínico digital unificado para facilitar o atendimento.

Outras medidas envolvem a implementação do programa “Movimenta SP”, que incentiva atividades físicas por meio de parcerias com municípios e conteúdos orientados pelo app do Poupatempo, além de uma agenda estadual voltada ao climatério e à menopausa.

A divulgação do plano também aborda dúvidas sobre o futuro da pasta, com especulações sobre a continuidade do titular da secretaria, diante de críticas internas e do papel da cota de lideranças políticas no governo.

Além disso, o texto ressalta o esforço de comunicação da campanha em esclarecer prioridades e metas para a população, destacando avanços tecnológicos, produção científica e melhoria do atendimento em rede.

Compartilhe nos comentários o que você acha das propostas: você acredita que a saúde no estado pode se beneficiar com mais tecnologia e repasses municipais? Deixe sua opinião e participe da conversa.

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