
Renan Santos oficializa candidatura e Moro é vaiado em congresso que oficializou a disputa pelo Planalto
No congresso do Partido Missão, em São Paulo, Renan Santos formalizou sua candidatura à Presidência para 2026, consolidando o movimento interno que o lançou como participante da disputa presidencial.
Durante o discurso, Renan criticou Sérgio Moro com veemência, dizendo que o ex-juiz se tornou “um vassalo” que abriu mão do legado que representava e se curvou àqueles que derrubaram a Lava Jato. A fala provocou vaias e reação tensa da plateia presente no evento.
Lava Jato voltou a aparecer como tema central dos embates, com Renan lembrando a base do partido de que o passado de Moro ainda desperta forte como símbolo de divergências internas e disputas de poder dentro do espectro político.
Moro, que se filiou ao PL em março, tem buscado manter espaço político após desavenças dentro da chapa União-PP. A filiação é interpretada como sinal de aproximação com o clã Bolsonaro, com Moro atuando ao lado de Flávio Bolsonaro para reforçar o palanque do partido.
O registro do episódio ficou registrado em vídeo exibido no canal do evento, destacando o momento de confronto entre Renan e Moro e a polarização que marca as corridas internas do agrupamento. O conteúdo também mostra a reação da plateia durante o pronunciamento.
Renan manteve a narrativa de que o partido não pode abrir mão do que já conquistou, mesmo diante de pressões por cargos. Ele ressaltou que o caminho doMissão não deve ser comprometido pela busca por vagas, mantendo o tom de defesa de uma agenda própria para 2026.
Moro, por sua vez, tem reiterado sua participação no cenário nacional e suas alianças, mostrando que continuará ativo no mapa político, principalmente em relação ao Palácio do Planalto e ao fortalecimento de alianças com a direita conservadora.
Como fica a leitura para as próximas etapas da corrida presidencial? Deixem nos comentários suas leituras sobre o impacto dessas críticas, a composição das federações e as estratégias que devem orientar o caminho até 2026.