EUA substituem porta-aviões USS Lincoln após relatos de saúde mental entre a tripulação
Resumo: após denúncias de problemas de saúde mental entre a tripulação do porta-aviões USS Lincoln, os EUA enviam o USS George Washington para substituí-lo no Oriente Médio, em meio a controvérsias sobre as condições a bordo.
O Lincoln, quinto porta-aviões da classe Nimitz, permaneceu no mar por mais de 250 dias, após deixar a Califórnia rumo ao Mar da China Meridional e, posteriormente, ser deslocado ao Oriente Médio para apoiar ações contra o Irã. O George Washington, que estava próximo da Malásia, foi designado para substituí-lo na missão.
Relatos da mídia, citando Military Times e Stars & Stripes, indicaram dificuldades como falta de saneamento, encanamento quebrado e alimentação escassa a bordo. Alguns relatos mencionam que alguns membros cogitaram se jogar ao mar. Em resposta, o governo afirmou que o Lincoln não enfrenta falhas graves e que a troca faz parte da estratégia de manter a prontidão da Marinha na região.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse que os relatos são “completamente distorcidos”. Já o senador Ruben Gallego criticou a gestão, dizendo que os militares estão sendo levados ao limite. O presidente Donald Trump, em seu segundo mandato, afirmou que não há conclusões definitivas sobre a situação, mantendo cautela diante das informações disponíveis.
Segundo fontes como Military Times e Stars & Stripes, a tripulação envolve cerca de 5 mil militares. A substituição é apresentada como parte de um rotārio de revezamento entre os maiores navios de guerra dos EUA, reforçando a presença norte-americana no Oriente Médio diante das tensões regionais.
O USS Lincoln, lançado em 1984, foi deslocado da costa da Califórnia em novembro para o Mar da China Meridional, antes de ser enviado ao Oriente Médio. A Marinha reforça que a troca mantém a capacidade de resposta da frota, sem indicar falhas críticas no navio substituído.
Como você avalia a decisão de substituir o navio e as informações sobre as condições a bordo? Deixe seu comentário abaixo e participe do debate sobre a prontidão e a segurança das forças armadas.