Polícia Militar de São Paulo apura conduta de agentes presos com 77 kg de ouro

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A corregedoria da Policia Militar de São Paulo vai investigar a conduta dos policiais militares presos a pedido da Polícia Federal enquanto transportavam 77 quilos de ouro, avaliados em R$ 23 milhões. Dois dos quatro agentes detidos trabalham na Casa Militar, órgão vinculado ao gabinete do governador do Estado, responsáveis, entre outras funções, pela segurança do Palácio dos Bandeirantes. O governador Rodrigo Garcia (PSDB) disse que o objetivo agora é saber se os agentes cometeram crime. “A corregedoria já abriu uma averiguação para que a gente não faça nenhum pré-julgamento e avalie se esse membro da Polícia Militar correspondia com as funções dentro da lei no seu momento de folga e na sua licença premium, que é o que ele está usufruindo. Desde ontem, quando nós soubemos da ocorrência, a corregedoria já instaurou inquérito para saber se ele estava dentro do seu horário de folga fazendo um trabalho lícito. Vou aguardar o fechamento dessa análise para me pronunciar”, afirmou. Nas redes sociais, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) ironizou o caso: “Imaginem se fossem policiais que comandassem a minha equipe de segurança detidos transportando 77 kg de ouro. Dá para desconfiar que podem ser valores para fins eleitorais”. Além dos quatro PMs, outras duas pessoas foram detidas. Todos foram liberados após prestarem esclarecimentos. A PF abriu inquérito para apurar a suspeita de crimes de usurpação de bens da União e receptação dolosa.

*Com informações do repórter Victor Hugo Salina

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