Durigan rebate críticas de inércia diante da crise do BRB

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Resumo curto: o ministro da Fazenda, Dario Durigan, rebateu as acusações de inércia do governo federal na crise do Banco de Brasília (BRB), afirmando que a gestão está agindo e que soluções já foram discutidas em diálogo com bancos e com o governo do DF, em reunião no STF.

Durigan assegura que não é responsável pelo passivo do BRB, mas destaca que medidas para manter serviços essenciais no Distrito Federal vêm sendo apresentadas pelo governo federal, em articulação com bancos e o governo local. “Tudo o que foi demandado tem sido feito por nós, pelo governo federal, em cooperação com bancos e o governo do DF.”

A declaração acontece um dia após a reunião pública de conciliação no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, envolvendo representantes do DF, da União, do BRB, do sistema financeiro e do Ministério Público, na busca de uma solução financeira para a crise no BRB.

Diante das limitações técnicas e jurídicas para um aval direto da União, o governo estruturou um modelo alternativo para viabilizar a repactuação. Reuniões coordenadas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela Advocacia-Geral da União (AGU) buscam ampliar garantias para instituições privadas, com mais segurança.

“Não havendo possibilidade de aval da União e para não ficar sem resposta, levei, em reunião, a possibilidade que já constava no acordo. Houve encontros para tratar como estender as garantias com maior segurança para os bancos privados”, explicou Durigan, destacando a atuação conjunta entre governo, PGFN e AGU para viabilizar a repactuação.

Essa estratégia visa manter a estabilidade financeira do BRB e, ao mesmo tempo, preservar serviços essenciais no DF, sem deixar de alinhar as garantias necessárias aos bancos privados envolvidos no processo de reestruturação.

Se você acompanhou a crise do BRB, compartilhe seus pensamentos nos comentários: qual leitura você faz sobre o papel do governo, as garantias discutidas e o caminho para a repactuação? Queremos ouvir sua opinião sobre como essa solução impacta o nosso sistema financeiro e os serviços públicos no DF.

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