
Bahia se destaca na corrida presidencial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)AtlasIntel, divulgada na última quinta-feira, 3, revela que o petista acumula 55,7% dos votos válidos, enquanto seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), tem 25,7%, resultando em uma diferença significativa de 30 pontos percentuais.
Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição com 7,9%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD) com 5,7% e Renan Santos (Missão) com 4,2%.

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Cenário geral
Ao considerar todos os votos, Lula mantém uma expectativa otimista, sendo apontado por 52,8% dos pesquisados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 24,4%.

Os candidatos da terceira via apresentam números similares, com Cury marcando 7,5%, Caiado com 5,5% e Renan Santos com 4%. Em contraponto, apenas 0,8% dos entrevistados preferiram votos em branco ou nulo, e 4,3% não souberam responder.

Segundo turno
Em um possível segundo turno, Lula conta com uma vantagem de ao menos 26,4 pontos percentuais sobre seus concorrentes. A maior discrepância é contra Renan Santos, onde a diferença chega a 40,4 p.p.
Confira a projeção com votos válidos:

Considerando os votos gerais, a margem de Lula varia entre 23,8 e 32,2 pontos percentuais em relação aos demais candidatos, com o petista marcando 58,1% contra 29% de Flávio. Dentre os entrevistados, 12,9% indicaram votos brancos, nulos ou não souberam responder.
Veja a análise geral:

Metodologia
A pesquisa foi realizada pela AtlasIntel/A TARDE, entrevistando 1.804 pessoas por meio de recrutamento digital entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro de 2026. A margem de erro é de ±2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07739/2026.
AtlasIntel/A TARDE
O Instituto AtlasIntel ganhou destaque por ter previsto a vitória do atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) em 2022, assim como a de Bruno Reis em Salvador em 2024. Internacionalmente, acertou os resultados eleitorais do primeiro e segundo turnos na Argentina, e também analisou as eleições presidenciais da Colômbia em 2022, nos Estados Unidos em 2020 e na África do Sul em 2024.